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Você sabe o que é o TikTok?

O TikTok é um aplicativo para Android e IOS, sendo uma plataforma de mídia social exclusiva para vídeos curtos. A rede social é a sucessora do musical.ly e teve um crescimento chamativo no ano de 2018 alcançando a marca de 4º aplicativo mais baixado do ano, superando gigantes como Instagram, Youtube e Snapchat.

O aplicativo possui funcionalidades de edição de vídeo com opções de adicionar trilha sonora e aplicar efeitos no vídeo, como adesivos temáticos, filtros faciais e de ambiente.

Alguns números marcantes da plataforma

No mundo, o número de downloads já ultrapassou a marca de 1 bilhão. Em dezembro de 2018, o app bateu recorde de instalação mensal, com a marca de 75 milhões.

Todos esses dados foram levantados considerando as instalações por meio das plataformas do Google Play, do Android, e App Store, do iPhone, além de estimativas de downloads na China.

Em comparação, no ano de 2018 o número de downloads do Facebook foi de 711 milhões e o Instagram ficou com 444 milhões. O TikTok, no mesmo período, conseguiu 663 milhões de downloads.

Marketing com o TikTok

Qualquer plataforma com números tão expressivos deve ser observada pelas empresas com a intenção de produzir seu próprio conteúdo para o público. 

O TikTok tem um público muito bem segmentado, com a maior parte dos usuários tendo entre 16 a 24 anos, entende-se que o tipo de conteúdo ideal para plataforma são vídeos curtos, engraçados e chamativos para adolescentes. No caso da sua empresa ter a possibilidade de produzir conteúdo relevante para jovens dessa faixa etária, pode ser uma ótima ideia investir na plataforma. 

Apesar do aplicativo já ter conquistado os mercados da China, Índia e Estados Unidos, o TikTok ainda não é tão grande no Brasil. Porém, certamente é apenas questão de tempo até que seja. Com isso, pode se entender uma grande oportunidade para as empresas que possuem a estrutura e capacidade para investir no TikTok, porque poderão se tornar perfis de referência com o crescimento da plataforma no cenário nacional.

 

O Facebook tem a fama, nada exagerada de querer dominar o mundo virtual. Isso ficou claro nos últimos anos, ao adquirir outras redes para o seu grupo, como os gigantes WhatsApp e o Instagram. No entanto, uma novidade envolvendo a rede social de Mark Zuckerberg causou burburinho em um mundo bem real: o sistema financeiro global. Isso porque a rede social anunciou o interesse no lançamento da Libra, uma criptomoeda própria com previsão para 2020. A Libra, criada em parceria a uma Associação sem fins lucrativos também chamada Libra - e que tem como membros nada menos que empresas como Mastercard, Visa, Uber e Mercado Livre - foi anunciada pelo vice-presidente de serviços de mensagens do Facebook, David Marcus. Na ocasião, o porta-voz da empresa garantiu que a Libra não vai formular política monetária ou sequer competir com outras moedas ou com os bancos centrais das nações, mas, pelo visto, outras burocracias podem impedir o lançamento da criptomoeda.

De acordo com o último relatório enviado à Comissão de Títulos e Câmbio dos Estados Unidos (SEC), o Facebook revelou a seus investidores que barreiras regulatórias podem frear os ânimos da criptomoeda, reconhecendo os fatores de risco. O documento informa que "a Libra tem gerado um escrutínio significativo de governos e reguladores em várias jurisdições e esperamos que o escrutínio continue", opinião compartilhada por Mark Zuckerberg.

"Agora, a abordagem é delinear as ideias e os valores que achamos que um serviço deveria ter, deixar um período aberto para abordar questões de reguladores, especialistas e constituintes sobre o assunto e então descobrir a melhor maneira de seguir em frente", disse o representante maior do Facebook.

Na prática, a regulação monetária se preocupa com a base de 2 bilhões de usuários diários do Facebook utilizando uma moeda que, na prática, enfraqueceria as moedas estatais e ameaçando a saúde do sistema monetário de vários países. Entre outras preocupações para a regulação fazem relação ao acesso que o Facebook teria aos dados das transações dos usuários e a possibilidade do aumento de atividades ilegais no mundo virtual, como a venda de medicamentos de uso restrito, bem como drogas e até armas.

Como funciona a Libra
A proposta do Facebook, com a criação da empresa Calibra, em associação às outras grandes marcas como a Mastercard, é atuar em carteiras virtuais utilizadas, por exemplo, para pagamentos e transferência de valores entre usuários do Messenger e WhatsApp. E qual seria o câmbio? Diferente das moedas tradicionais, a Libra do Facebook não será lastreada em somente um ativo, mas, sim em uma lista de ativos mantidos pela Reserva da Libra - diversificada geograficamente - cotados entre divisas fortes como o euro, dólar, iene e libra esterlina, garantindo o grau de investimento auditável, transparente, seguro e descentralizado.

A Libra seria segura?
A privacidade do usuário para estes tipos de transação será garantida pela tecnologia blockchain, incluindo, somente, os endereços públicos dos envolvidos na negociação, bem como o valor e a data com horário, com total privacidade: os dados não serão monetizados, ou seja, não servirão às sugestões de propagandas. Mas o próprio Facebook admite suas limitações ao afirmar não ter "experiência anterior significativa com moeda digital ou tecnologia blockchain, o que pode afetar adversamente nossa capacidade de desenvolver e comercializar com sucesso esses produtos e serviços",

Pego no flagra. Um bug no Facebook, que também provocou instabilidade no WhatsApp e Instagram, no início desse mês, revelou ao mundo como funciona o mecanismo de inteligência virtual na leitura das fotos publicadas. Enquanto muita gente lamentava por não conseguir acessar o conteúdo, outros conseguiram observar como a plataforma categoriza as imagens. Mas, calma, antes de pensar que há uma teoria da conspiração que garanta o mau uso de nossas fotografias. A explicação é bem simples: a funcionalidade faz parte de um projeto do Facebook para tornar as imagens mais acessíveis às pessoas com deficiência visual completa ou parcial. Isso porque, como pôde ser observado durante o bug, cada imagem exibe uma frase que a descreva para alguém que precise, em vez de vê-la, ouvir uma descrição do que está sendo exibido.

Na última quarta-feira, uma novidade no Instagram ganhou grande repercussão entre os brasileiros: a rede social retirou o número de likes anteriormente exposto sob as publicações de seus usuários. Com a decisão, apenas o próprio usuário passou a ter acesso ao número de curtidas que as suas fotos e vídeos receberam, como já acontece no Canadá, desde maio, e passou a ser aplicado, além do Brasil, na Austrália, Itália, Nova Zelândia e Japão, com pretensão de expansão a outros países ao redor do mundo. De acordo com o Instagram, a medida pretende tirar o foco dos números para que os usuários se atentem ao conteúdo publicado.

O que nossos clientes estão falando?

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